Redação - 23/04/2026 19:44 || Atualizado: 23/04/2026 19:49
O ex-vereador Antônio José Lira se manifestou após ser processado pelo vereador Petrus Evelyn por supostos crimes de calúnia, injúria, difamação e ameaça. A ação foi apresentada no início de abril e tem como base declarações feitas por Lira durante uma entrevista no fim de março.
Em sua resposta, Lira negou ter cometido qualquer crime e afirmou que mantém todas as falas. Ele classificou a queixa-crime como uma tentativa de “proveito midiático” e voltou a atacar o vereador com novas declarações. Entre os principais pontos, afirmou que Petrus teria sido eleito “enganando a população”, criticou supostas contradições entre o discurso e a prática no exercício do mandato e mencionou questionamentos sobre uso de estrutura de gabinete e verbas.
O ex-vereador também reafirmou falas polêmicas que já constam na ação, incluindo ofensas pessoais e acusações sobre a conduta do parlamentar. Além disso, voltou a mencionar, sem apresentar provas públicas, a existência de uma suposta atuação digital irregular, chegando a classificar o caso como uma “organização criminosa digital”.
Nota na íntegra
Queixa-crime, denunciar na polícia e ingressar no Ministério Público, ocupando instituições, seria para proveito midiático, é a marca desse picareta contumaz. Termos ofensivos? Logo ele? Já agrediu desembargadores, juízes, delegados, imprensa, governador, prefeito, famílias, logo ele para falar em termos ofensivos?
Ele foi eleito, falei sim, enganando a população de Teresina, passando uma imagem de homem correto, justo, e veja: criticou gabinete de vereadores, muitos assessores, muita verba, e hoje o gabinete dele está lotado; o salário de R$ 26.500,00 de um vereador de Teresina era um crime, hoje? Cai na continha dele normalmente, nunca reclamou; criticava a verba indenizatória e hoje já foi pego no flagra montando empresas de assessores, fora as rachadinhas das próprias verbas indenizatórias.
Conclusão: são as escolhas dele, diferente do que pregou a sociedade. Quanto a ser usuário de crack? Ora, quem falou foi ele, tirei a informação de um diário dele, feito por ele mesmo quando se passou por um personagem, onde atacava o povo piauiense.
Quanto a ser ameaçado: se fosse em outro estado, ele não voltaria com diploma de vereador de capital, porém, o Piauí é um povo da paz. Ele tem tudo para ser eleito agora deputado estadual, pois só tem três pessoas nesse estado que não têm medo desse lixo: Antônio José Lira, vereadora Samantha e o líder comunitário Rafael Dias, e mais ninguém. Já fez tudo nesse estado, se eu o pararia, teve a sorte de eu não ir para a Câmara, foi por pouco.
Veja: em Piripiri, ele ataca o deputado Marden e a prefeita Jôve, passa a ter público; em Parnaíba, ataca a atuante deputada Gracinha, passa a ter público; em Picos, ataca a indicação do prefeito Pablo de fazer a esposa deputada (direito dele), o picareta passa também a ter o público dele.
É uma organização criminosa digital que ninguém está enxergando. Portanto, com o Antônio José Lira, ele encontra a forma do pé.
Resumo: a sorte dele, repito, foi eu não ter ido para Câmara, pois em 30 dias, no máximo, eu desmoralizava esse lixo.
E a CPI da Águas de Teresina? Fez vídeos contra a empresa, foi o autor da CPI, quase agrediu o vereador Pedro Alcântara para ser o presidente da CPI e, no final, sentou o olho do canguru e abortou a CPI. Se vendeu, todo mundo sabe na cidade.